Vamos olhar para o que realmente importa

As perguntas são as verdadeiras chaves para nossa conexão com nossos melhores recursos, com nossas melhores habilidades. Ensinamos e vivemos assim. As respostas surgem de um campo dentro de cada um de nós em conexão com campos diversos em nossa estrutura interna. Fazem parte disto tudo o medo ou na confiança.


Desde a semana passada percebemos que algo definitivamente mudou. Dia 16 de março de 2020, um dia muito complicado em um mundo muito volátil e com as pessoas aqui no Brasil querendo chegar a algum novo lugar – agora precisamos tomar providências, não existe mais dúvidas.


A escola ... o que fazer com as crianças? O trabalho... o que fazer com as contas?

Um momento de olhar para a vida de outra forma. Não dá muito para sair, trabalhar, passear, viajar, visitar, beijar e/ou abraçar. Quais providencias precisamos tomar? Como fazer nos nossos negócios? O que dizer para as pessoas a nossa volta? Qual é ou quais são as respostas adequadas? Sem visitar a mãe ou a sogra – sem deixar as crianças com a vovó – sim elas estão no grupo de risco. Ontem uma amiga foi comprar coisas para a avó de 93 anos – ela quer sair de casa e a neta não quer expô-la ou quem sabe expor as outras pessoas - difícil esta equação.


Falamos com uma querida amiga que vive na Europa e ela disse – como você sempre diz, Oswaldo, de qualquer forma vamos seguindo o fluxo e decidindo o que fazer olhando para nossos recursos e decidindo aquilo que esta no tempo de decisão. Não precisamos decidir nada para duas semanas ou para um mês na nossa frente. Estranho, né – tempo de parar? Analisar? Pensar naquilo que pode ser diferente. Talvez?


Um pouco de silêncio. Olhar para o que realmente importa. Eu falava neste instante para uma cliente durante a sua sessão - quais são (ou quais foram) seus melhores recursos em situações deste nível de descontrole?Fico pensando em seguir atuando com aquilo que trabalho e tanto amo. Quais são as perguntas poderosas?



Sabemos tecnicamente que as perguntas são as verdadeiras chaves para nossa conexão com nossos melhores recursos, com nossas melhores habilidades. Ensinamos e vivemos assim. As respostas surgem de um campo dentro de cada um de nós em conexão com campos diversos em nossa estrutura interna. Fazem parte disto tudo o medo ou na confiança. O que você fez de mais positivo no mais desafiador momento de sua vida? Como você se sente quando lembra disto? Siga esta percepção e pare, olhe ( perceba, sinta) e siga na direção do fazer o seu melhor.


O tempo vai passar e ficarão as lições e os aprendizados – no momento certo tudo vai acabar fora e dentro de cada um de nós. Aí seguiremos como sociedade, como comunidade, fazendo o que faziam nossos mais antigos ancestrais – seguindo na direção do novo ou na direção de desconsiderar o que passou e como de alguma forma mudamos.

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