O que realmente faz a diferença?

Na vida, para ajustar a comunicação inclusiva, precisamos entender o outro

pela perspectiva dele próprio.


Quando estamos focados, acompanhando processos direcionados a movimentos de mudanças, aprendemos que nos aspectos sociais, amorosos, familiares, profissionais e de escolhas em diferentes cenários, as ferramentas sistêmicas nas suas formas de colocações, desde as constelações familiares mais clássicas até os diferentes modelos possíveis, temos uma dependência de algo que é essencial – a inteligência de fazer boas perguntas circulares e também de perguntas que ajudem a seguir a compreensão de um modelo mental, usado como padrão pelo cliente, além daquelas que muitas vezes podem caminhar para fora do “transe” da explicação.

Como lembro sempre em minhas aulas sobre “Foco na abordagem Sistêmica”, mesmo que pareçamos idiotas pelas não explicações vale termos atenção especial nas perguntas. Quase uma regra assim:   “Seja esperto em fazer perguntas mesmo que pareça idiota em dar respostas”- esta é minha licença poética nos caminhos que basearam o trabalho de Steve de Shazer e de Insoo Kim Berg.

Na vida, para ajustar a comunicação inclusiva, precisamos entender o outro pela perspectiva dele próprio e, no caso de nossos clientes, isto é mais que fundamental.


Na perspectiva da abordagem sistêmica estes dois pontos fazem muita diferença:


- Estar em ressonância entendendo o outro por ele mesmo – compreendê-lo sem julgamentos;

- Manter ressonância fazendo perguntas nas palavras usadas pelo próprio cliente. Aqui vale explicar -  se o outro diz “eu sentia medo dele ......”-   se surgir uma pergunta ela tem que ser do tipo “quem mais sentia medo?” e não quem mais ficava apavorado?”, por exemplo  – neste caso o apavorado vai seguir a ideia de fazer pergunta, mas  poderá levar a mente do cliente para novo lugar. Aquele lugar do se sentir apavorado e não do sentir medo. Muitas vezes existe uma ideia diferente daquela de usar um como sinônimo do outro.


Um ponto essencial é que o outro perceba seu caminho pelas pequenas diferenças que cada passo para uma nova situação vai fazendo com ele mesmo e com aquilo ou aqueles que estão ao redor, fazendo parte da dinâmica e/ou do cenário. Assim, quero mostrar que vale mais percebemos a forma que entendemos que algo mudou. É também importante que entendamos que algo está diferente e como nos sentimos neste novo modelo.

Desta forma, ficamos com o que realmente faz a diferença para cada um de nós.


Convidamos vocês consteladores e também aqueles que buscam o desenvolvimento pessoal, na busca de posturas e atitudes sistêmicas que levem a relações mais saudáveis, funcionais e fluídas, a participarem do Curso Bases Fundamentais de Constelações Familiares.

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